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Aprovado projeto do Executivo que retira BM da vigilância dos presídios

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Matéria foi aprovada em primeiro turno, por 35 a 16, após o prolongamento da sessão até o início da noite
Matéria foi aprovada em primeiro turno, por 35 a 16, após o prolongamento da sessão até o início da noite - Foto: Guerreiro/ALRS

Dois projetos do governo do Estado foram aprovados pela Assembleia Legislativa nesta terça-feira (13). Após o prolongamento da sessão até o início da noite, foi aprovada em primeiro turno, por 35 votos a 16, a PEC 255/2016 que retira da Brigada Militar a obrigação da guarda externa dos presídios. Com a aprovação definitiva do projeto, a estimativa é que 500 brigadianos retornem gradativamente às ruas, recompondo o efetivo do interior para reforçar o combate à criminalidade. Em 15 dias, a matéria será submetida novamente à votação.

A aprovação por unanimidade do PL 75/2017, que trancava a pauta desde o último dia 7, voltou a tramitar em regime de urgência. A proposta passou com 52 votos favoráveis, autorizando a Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas habilidades do RS (Faders) a contratar emergencialmente, por um ano, dois intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para recompor o quadro de servidores.

O equilíbrio financeiro do Rio Grande do Sul passa também pelas decisões no Legislativo. Segundo o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, a prioridade é aprovar as PEC's e PL's em tramitação desde o ano passado. "Vamos continuar com o que é prioritário e importante para o Estado. Queremos limpar estas pautas antes do recesso parlamentar em 15 de julho", afirmou.

Submetido à apreciação no Plenário, a PEC 261/2016 não seguiu adiante por falta de quórum. O projeto substitui o dispositivo de tempo de serviço pelo de tempo de contribuição para aposentadoria de servidores estaduais. A sessão terminou com 26 deputados presentes.

O PLC 278/2016, que dispõe sobre o período, regras de transição e quadro de pessoal dos Bombeiros, e o PLC 279/2016, que fixa em 4.101 cargos do efetivo da corporação dos Bombeiros, não foram apreciados.

Texto: Rodrigo Vizzotto/Casa Civil
Edição: Gonçalo Valduga/Secom

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