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Exploração de Petroléo e Gás Natural na Bacia de Pelotas vai garantir novos investimentos na Região Sul, afirma Branco

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Caso a Bacia de Pelotas seja arrematada no leilão, o Estado recebe recursos de royalties
Caso a Bacia de Pelotas seja arrematada no leilão, o Estado recebe recursos de royalties - Foto: Karine Viana/Palácio Piratini

Ao anunciar a abertura de Licitações de Blocos para Exportação e Produção de Petróleo e Gás Natural pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), incluindo seis da Bacia de Pelotas, marcada para 27 de setembro, abrem-se novas perspectivas econômicas a partir da atração de investimentos para a Região Sul do Estado. Quem garante é o secretário Chefe da Casa Civil, Fábio Branco, que conduziu o processo de negociação para extração na costa gaúcha ainda em 2015, quando era titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT).

Caso a Bacia de Pelotas seja arrematada no leilão, o Estado recebe recursos de royalties e municípios localizados na região incrementariam sua receita a partir do impacto econômico, com aumento na geração de empregos, fixação de empresas do segmento petrolífero e prestadores de serviços. A região fica localizada próxima a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, à 200 quilômetros da costa e tem cerca de 210 mil quilômetros quadrados. Os estudos sobre a extração petrolífera na Região começaram há 60 anos.

A Região Sul que passa por dificuldades no setor naval devido a interrupção de contrato de empresas com a Petrobrás poderá receber investimentos e reascender a retomada econômica na região. “A partir da abertura de licitações para exploração de gás e petróleo cria-se um novo atrativo para investimentos e aporte de empresas no Sul do Estado”, afirma Fábio Branco. Eventuais empreendimentos no setor petroleiro envolveriam uma extensa cadeia de empresas e sistemistas, mudando o cenário local.

A rodada de licitações tem por objetivos ampliar as reservas e a produção brasileira de petróleo e gás natural, ampliar a extração das bacias sedimentares e descentralizar o investimento exploratório de reservas no país. “Ao mesmo tempo em que o Governo busca estimular as empresas já fixadas no Estado, buscamos desenvolver atrativos para a indústria petrolífera e fixar empresas nacionais e estrangeiras no país”, destaca o Chefe da Casa Civil.

A Petrobras já adquiriu quatro áreas na Bacia de Pelotas, próxima a região de Rio Grande, mas não perfurou ainda nenhum poço devido a não liberação de licença ambiental.

Em todo o país, serão 287 blocos em 29 setores de nove bacias sedimentares, totalizando 122.615,71 quilômetros quadrados. Os 287 blocos da licitação estão nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas e nas bacias terrestres do Parnaíba, Paraná, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo. Desde 2015, o Rio Grande do Sul voltou a ser incluído em leilões de áreas exploratórias de petróleo pela ANP.  

Texto: Ascom Casa Civil

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