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Discurso do Chefe da Casa Civil destaca coragem do governo e defesa da verdade sobre o Estado

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Novos secretários de Estado tomaram posse, na Casa da Música da Ospa, durante o 5º Seminário de Governo
Novos secretários de Estado tomaram posse, na Casa da Música da Ospa, durante o 5º Seminário de Governo - Foto: Nabor Goulart / Casa Civil
Por Cleber Benvegnú
Fazer o que precisa ser feito. Esse comando político guiou o governo Sartori até aqui. E esse comando político continuará nos guiando.
 
Fazer o que precisa ser feito significa dizer mais “não” do que “sim”. Significa não aceitar a zona de conforto. Viver ativamente a virada de um ciclo histórico da vida política, econômica e social do país. Assimilar mudanças e promover mudanças – mesmo em ano de eleição. Compreender e, muitas vezes, ser incompreendido. Plantar mais do que colher. Falar do que não se falava, mostrar o que não se mostrava, propor o que não se propunha.
 
Significa ter linha reta e propósitos claros. Fazer parte do governo que fez as maiores mudanças administrativas da história do Rio Grande do Sul. Ter consciência de que “dinheiro público”, a rigor, é o dinheiro das pessoas e das famílias. Significa enxergar que a sociedade – a vida real – está lá fora, para além das janelas dos nossos gabinetes e do pequeno mundo corporativo ao qual pertencemos. Significa ouvir, de uma vez por todas, a voz rouca de uma população que pede segurança, saúde, educação, infraestrutura e proteção social. Apenas e tudo isso! Não é tão difícil de entender... 
 
Mas fazer o que precisa ser feito significa também voltar para casa e olhar para nossa família de cabeça erguida. Respeitar e merecer respeito social. Porque escolhemos o interesse público, mesmo com um alto custo político. Porque decidimos enxergar lá na frente e não apenas o cotidiano. Porque aceitamos combater o bom combate.
 
Porque pagamos o preço de enfrentar interesses para romper velhas práticas e modernizar o Estado. Porque, mesmo com todas as adversidades, procuramos cuidar especialmente de quem mais precisa.  Porque construímos um governo reto, probo. Com defeitos, sem dúvida, mas bem-intencionado.
 
Obrigado, governador Sartori, por ter confiado em nós para esta missão. Obrigado por este jeito diferente de liderar, absolutamente intuitivo, mas absolutamente íntegro. Avis rara: um homem público que não mente, que não rouba e que tem coragem. Que está fazendo... o que precisa ser feito! Com defeitos, também ele, mas, tal qual seu governo, reto, probo e bem-intencionado. Resistiu calado a toda série de ataques, mentiras e injustiças. Usou as pedras para construir. Respeitou. E não vergou a espinha e nem perdeu o rumo. Que exemplo, governador!
 
Obrigado, vice-governador Cairoli, pelo seu suporte, grandeza de compreensão e complementaridade.
 
Obrigado, secretários que estão se despedindo, amigos, por terem escrito esta história desde o começo – com coleguismo, lealdade e resistência. Tenham certeza de que a história será justa com cada um de vocês.  
 
Obrigado, deputados, prefeitos, vereadores e representantes partidários, pela sustentação deste projeto.
 
Obrigado, nossas equipes e demais integrantes do governo em todas as áreas, pelo trabalho honesto, corajoso, sério, verdadeiro e resiliente que estão conduzindo.
 
Quando o governador Sartori me convidou para ser secretário de Comunicação, ele me deu dois comandos: “não me mudem” e “vamos falar a verdade”. Creio, governador, modestamente, que a missão está sendo cumprida, não por mim, mas por nós todos. Porque a população está compreendendo esse valores cada vez mais.
 
Agora, quando ele me convidou para a Casa Civil, me disse, do jeito dele: “2018 não é ano morto”, “bola pra frente”, “vamos fazer o que falta ser feito”. Pois bem, cá estou eu, cá estamos nós para seguir na missão. Em nove meses dá até para gerar um filho (a obra mais linda da natureza). Eu e a Renata geramos três, sendo que dois durante o governo.
 
Então, vamos em frente! Tocar a RS-118, construir os Centros da Juventude, reformar mais escolas, propor um novo caminho para o futuro da educação, avançar no cercamento eletrônico do Estado, concluir presídios, entregar os primeiros projetos de concessão, iniciar as parcerias público-privadas do saneamento, aderir ao Regime de Recuperação Fiscal... Enfim, o Rio Grande tem pressa e ainda há muito por fazer!  
 
A Casa Civil, a pedido do governador, vai focar no que é mais importante para acontecer. Do mesmo modo a Coordenação de Governo, que terá ao meu lado os secretários Cezar Schirmer e Ana Pellini. Então, caros colegas que estão entrando: vamos fazer acontecer!
 
É hora de renovar a confiança nos propósitos do governo e de honrar a história do nosso Estado. Cultivar a lição bíblica do amor ao próximo. Ou seja: gostar de gente, ouvir, dialogar, trazer pra perto. Porque política e serviço público é lugar pra quem gosta de gente.
 
Todos pelo Rio Grande. O nosso futuro é o Rio Grande do Sul. E o futuro é agora. Muito obrigado.
 
Casa Civil